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Registros na F1 |
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| Nacionalidade | {{{Nacionalidade}}} |
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| Nacionalidade | |
| Anos | {{{Anos}}} |
| Anos | 1997 – 2007 |
| Time(s) | {{{Times}}} |
| Time(s) | Jordan, Williams, Toyota |
| GPs disputados | {{{Corridas}}} |
| GPs disputados | 182 (180 largadas) |
| Campeonatos | {{{Campeonatos}}} |
| Campeonatos | 0 |
| Vitórias | {{{Vitorias}}} |
| Vitórias | 6 |
| Pódios | {{{Podios}}} |
| Pódios | 27 |
| Pontos | {{{Pontos}}} |
| Pontos | 329 |
| Pole positions | 6 |
| Voltas mais rápidas | {{{Voltas mais rapidas}}} |
| Voltas mais rápidas | 8 |
| Primeiro GP | {{{Primeira corrida}}} |
| Primeiro GP | Grande Prêmio da Austrália de 1997 |
| Primeira vitória | {{{Primeira vitoria}}} |
| Primeira vitória | Grande Prêmio de San Marino de 2001 |
| Última vitória | {{{Ultima vitoria}}} |
| Última vitória | Grande Prêmio da França de 2003 |
| Último GP | {{{Ultima corrida}}} |
| Último GP | Grande Prêmio do Brasil de 2007 |
Ralf Schumacher (nascido a 30 de junho de 1975) é um piloto de Fórmula 1 alemão que compete pela equipe Toyota. Ele é o irmão mais novo do heptacampeão mundial Michael Schumacher e começou a guiar com 3 anos de idade na pista de kart de seus pais em sua cidade natal, Kerpen.
Em 1995, ele terminou em terceiro no campeonato alemão de Fórmula 3, e venceu o campeonato japonês denominado Formula Nippon (antigamente chamado Fórmula 3000) em 1996 com duas vitórias.
Ralf estreou na Fórmula 1 em 1997 pela equipe Jordan e terminou no pódio já em sua terceira corrida, no Grande Prêmio da Argentina, após retirar da pista seu próprio companheiro de equipe, o italiano Giancarlo Fisichella. No ano seguinte, permaneceu na Jordan, tendo como parceiro de equipe o inglês Damon Hill e obteve, como melhor resultado, o segundo lugar no Grande Prêmio da Bélgica (prova vencida por Hill e que marcou a primeira vitória da equipe e, de cara, com uma dobradinha). Em 1999 ele mudou para a equipe Williams e terminou em sexto no Campeonato Mundial de Pilotos com o fraco motor Supertec. Porém, ganhou destaque por ter sido o responsável por todos os pontos de sua equipe naquela temporada, já que seu companheiro, o italiano Alessandro Zanardi, também competiu em todas as etapas, porém, não marcou pontos.
A temporada de 2000 foi considerada por muitos um desapontamento para Ralf. Competindo com o novo e potente motor BMW, esperava-se que ele conseguisse competir para vencer, mas apesar de apenas quatro falhas mecânicas em toda a temporada, ele só foi capaz de subir três vezes ao pódio. Em 2001, entretanto, ele conseguiu uma seqüência de três vitórias: em San Marino (Ímola), Canadá (Montreal) e Alemanha (Hockenheim). Em 2002, ele venceu o Grande Prêmio da Malásia, e em 2003 o Grande Prêmio da Europa, em Nurburgring, e ainda o Grande Prêmio da França, ajudando, assim como o companheiro de equipe Juan Pablo Montoya, que a Williams ficasse em segundo lugar no Campeonato de Construtores de 2002 e 2003.
Em 2004 Ralf se feriu seriamente num acidente no Grande Prêmio dos Estados Unidos. O acidente resultou em contusões e em duas pequenas fraturas na coluna, e afastou Ralf das pistas por 3 meses. Durante esse período foi substituído por Marc Gené e Antônio Pizzonia, retornando as pistas apenas no Grande Prêmio da China. Ralf deixou a Williams no fim de 2004.
Em 2005 foi para a Toyota. Obteve, neste primeiro ano, uma boa quantidade de pontos (graças ao bom carro construído pela equipe naquela temporada), ajudando o time a concluir o certame na quarta colocação, logo atrás da Ferrari. Em 2007 o piloto teve um fraco desempenho, correndo grande risco de ser forçado a se aposentar ao final do ano ou ter que correr fora da F1, pois na Toyota dificilmente ele ficaria. Em 2008 foi-se para o DTM para a Mercedes onde está atualmente.