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Língua inglesa

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Inglês (English)
Pronúncia: /ˈɪŋglɪʃ/
Falado em: Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Bahamas, Canadá, Guiana, Irlanda, Índia, Nova Zelândia, África do Sul e vários outros países, também utilizada como segunda língua em muitas nações.
Total de falantes: 336 milhões (e cerca de 220 milhões de falantes como 2a língua)
Posição: 3a posição como língua nativa e 2a posição contando também os que a falam como 2a língua.
Família: Indo-européia
 Germânica
  Germânica ocidental
   Ânglica
    Inglês
Escrita: Alfabeto latino
Estatuto oficial
Língua oficial de: De fato: Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia; de jure: Canadá, Irlanda, África do Sul, Índia, Filipinas, Commonwealth, União Européia.
Códigos de língua
ISO 639-1: en
ISO 639-2: eng
ISO 639-3: eng
SIL: ENG

A língua inglesa (English language) é uma língua indo-européia que pertence ao ramo ocidental da família germânica originando-se na Inglaterra. É a primeira língua para muitas pessoas no Reino Unido, nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, República da Irlanda e no Caribe Anglófono. É usada extensivamente como uma segunda língua e como língua oficial através do mundo, especialmente nos países da Comunidade das Nações e em muitas organizações internacionais, sendo uma das seis línguas oficiais das Nações Unidas.

Índice

[editar] Distribuição geográfica

[editar] História

[editar] Inglês antigo

Ver artigo principal: Língua inglesa antiga

O Inglês antigo se caracteriza pela fase compreendida ente 450 D.C. e o final do século XI. Nela, os franco-normandos invadiram a Inglaterra, fazendo com que a língua da corte e da administração passasse a ser a língua francesa. Era composto por quatro dialetos: o nortúmbrio, o saxão ocidental, o kentiano e o mércio. Foi neste período ainda que a língua dos anglo-saxões primeiro recebeu palavras latinas, durante a ocupação romana.

Em Inglês antigo e médio a sílaba tônica estava sempre na raiz silábica das palavras derivadas. No Inglês moderno, a sílaba tônica pode estar em quase qualquer sílaba de uma palavra.

O ramo germânico ocidental da família indo-européia, ao qual o Inglês pertence, também inclui o baixo alemão (Plattdeutsch), o neerlandês e o frisão. O Inglês deriva de três dialetos baixo alemães falados pelos anglos, saxões e jutos, que emigraram da Dinamarca e do norte da Alemanha para se estabelecer na Inglaterra a partir da metade do século V em diante. Estes dialetos estavam caracterizados pela retenção das oclusivas surdas /p, t, k/ transformadas nas fricativas correspondentes em alto alemão /f, th, x/ e das oclusivas sonoras /b, d, g/ transformadas em /p, t, k/. Essas transformações podem ser vistas no seguinte exemplo:

[editar] Inglês médio

Ver artigo principal: Inglês médio

O Inglês médio se caracteriza pela fase compreendida entre o início do século XII até o fim do século XV. Nela, temos o reinado da Dinastia Tudor, quando o Inglês perdeu muitas de suas flexões nominais e verbais, e muitas palavras francesas incorporaram-se ao léxico.

[editar] Inglês moderno

Ver artigo principal: Língua inglesa moderna
Inglês como primeiro idioma por país (Crystal 1997).

O Inglês moderno se caracteriza pela fase compreendida do ano de 1475 d.C. até os dias atuais. Nela, houve a unificação da língua com base no dialeto da região londrina.

A transição do Inglês médio ao moderno foi marcada por uma rigorosa evolução fonética na pronúncia das vogais, o que ocorreu entre os séculos XV e XVI. O lingüista dinamarquês Otto Jespersen denominou tal mudança de Grande Mudança Vocálica, que se consistiu em alterar a articulação das vogais em relação às posições dos lábios e da língua, que no geral se elevou em um grau. Esta mudança transformou as 20 vogais que possuía o Inglês médio em 18 no Inglês moderno. A escrita permaneceu inalterada como conseqüência da aparição da imprensa. Até então o Inglês médio possuía uma escrita mais fonética; todas as consoantes se pronunciavam, enquanto que hoje algumas são mudas como o l em walking. A partir de 1500 começa o período da expansão geográfica do Inglês; primeiro nas regiões vizinhas da Cornuália, Gales, Escócia e Irlanda, onde substitui quase completamente o céltico e nas ilhas Shetlands e Orcadas substitui a língua descendente do Norueguês Antigo chamada norn.

[editar] Alfabeto Inglês

Ver artigo principal: Alfabeto inglês

O Inglês é escrito no alfabeto latino, e sem nenhum carácter especial, exceto em palavras estrangeiras, que podem ter acentos. Os nomes das letras, como são normalmente escritos, são os seguintes:

A B C D E F G H I J K L M
nome a bee cee dee e ef gee aitch i jay kay el em
pronúncia (IPA) /eɪ/ /bi/ /siː/ /diː/ /iː/ /εf/ /dʒi/ /eɪtʃ/ /aɪ/ /dʒeɪ/ /keɪ/ /εl/ /εm/
N O P Q R S T U V W X Y Z
nome en o pee cue ar ess tee u vee double-u ex wye zed
pronúncia (IPA) /ɛn/ /oʊ/ /piː/ /kjuː/ /ɑr/ /ɛs/ /tiː/ /juː/ /viː/ /ˈdʌbəl juː/ /ɛks/ /waɪ/ /ziː/

[editar] Fonologia

[editar] Vogais

AFI Descrição exemplo
monotongos
i/iː alta, anterior, não-arredondada bead
ɪ média alta, central anterior, não-arredondada bid
ɛ média baixa, anterior, não-arredondada bed
æ média baixa, anterior, não-arredondada bad
ɒ baixa, posterior, arredondada box 1
ɔ/ɑ média baixa, posterior, arredondada pawed ²
ɑ/ɑː baixa, posterior, não-arredondada bra
ʊ média alta, central posterior good
u/uː alta, posterior, arredondada booed
ʌ/ɐ/ɘ média baixa, posterior, não-arredondada; média baixa, central bud
ɝ/ɜː média baixa, central, não-arredondada bird ³
ə média baixa, posterior, não-arredondada Rosa's 4
ɨ alta, central, não-arredondada roses 5
Ditongos
e(ɪ)/eɪ média alta, anterior, não-arredondada
alta, anterior não-arredondada
bayed 6
o(ʊ)/əʊ média alta, posterior, arredondada
média alta, central posterior
bode 6
baixa, anterior, não-arredondada
média alta, central anterior, não-arredondada
cry
baixa, anterior, não-arredondada
média alta, central posterior
bough
ɔɪ média baixa, posterior, arredondada
alta, anterior, não-arredondada
boy
ʊɚ/ʊə média alta, central posterior
média baixa, posterior, não arredondada
boor 9
ɛɚ/ɛə/eɚ média baixa, anterior, não-arredondada
média baixa, posterior, não arredondada
fair 10

[editar] Notas

São as vogais o que mais muda de uma região para outra. Onde os símbolos aparecem em pares, o primeiro corresponde ao sotaque padrão norte-americano, o segundo ao britânico.

  1. O inglês norte-americano não tem este som; palavras com este som são pronunciadas com /ɑ/ ou /ɔ/;
  2. Alguns dialetos norte americanos não têm esta vogal;
  3. A variante norte-americana deste som é uma vogal matizada de r;
  4. Muitos falantes do inglês norte-americano não distinguem entre estas duas vogais átonas. Pronunciam roses e Rosa's do mesmo jeito e o símbolo usado é este: /ə/;
  5. Este som é comumente transcrito /i/ ou /ɪ/;
  6. Os ditongos /eɪ/ e /oʊ/ são monotongalizados por muitos falantes do inglês padrão norte-americano, repectivamente, em: /eː/ e /oː/;
  7. A letra U pode representar tanto /u/ quanto /ju/. Na pronúncia inglesa, se /ju/ ocorren após /t/, /d/, /s/ ou /z/, isso normalmente provoca palatização e tais consoantes tornam-se, respectivamente, /ʨ/, /ʥ/, /ɕ/ e /ʑ/, como em tune, during, sugar, e azure. No inglês norte-americano, a palatização não acontece normalmente, a não se que /ju/ seja seguido de r, resultando que /(t, d,s, z)jur/ tornem-se, respectivamente, /tʃɚ/, /dʒɚ/, /ʃɚ/ and /ʒɚ/, como em nature, verdure, sure, e treasure;
  8. A quantidade tem um papel na fonética na maioria dos dialetos do inglês e é considerado traço distintivo em alguns deles, como no inglês australiano e no neozelandês. Em alguns dialetos dos inglês moderno, o inglês norte-americano padrão, por exemplo, há quantidade alofônica das vogais: as vogais são pronunciadas como longas alofônicas quando antes de consoantes sonoras no fim da sílaba;
  9. Este som apenas aparece em sotaques em que não há vogais matizadas de r. Em alguns sotaques, este som seria /ʊə/, /ɔ:/;
  10. Este som apenas aparece em sotaques em que não há vogais matizadas de r. Em alguns sotaques, o /ə/ é suprimido, ficando uma vogal longa /ɛ:/.

[editar] Consoantes

Este é o sistema de consoantes da língua inglesa, transcritos com os símbolos do Alfabeto Fonético Internacional (AFI).

  Bilabiais Labio-
dentais
Dentais Alveolares Palato-
alveolares
Palatais Velares Labio-
velares
Glotal
Nasais m     n     ŋ[cn 1]  
Plosivas p  b     t  d     k  ɡ  
Africadas         tʃ  dʒ[cn 2]      
Fricativas   f  v θ  ð[cn 3] s  z ʃ  ʒ[cn 2] ç[cn 4] x[cn 5] h
Vibrante simples       ɾ[cn 6]        
Aproximantes       ɹ[cn 2]   j   ʍ  w[cn 7]  
Lateral       l        

[editar] Notas

  1. A nasal velar [ŋ] é um alofone de de /n/ em alguns sotaques do norte da Grã-bretanha, aparecendo apenas antes de /k/ e /g/. Em todos os outros dialetos, é um fonema separado, embora apareça apenas em fim de sílaba.
  2. 2,0 2,1 2,2 Os sons /ʃ/, /ʒ/, e /ɹ/ são labializados em alguns dialetos. A labialização nunca é contrastiva na posição inicial e, consquentemente, não é transcrita. A maioria dos falantes do inglês estadunidense e canadense pronuncia “r” (sempre rotizado) como /ɻ/, enquanto que o mesmo é pronunciado no inglês escocês e outros dialetos como vibrante múltipla alveolar.
  3. Em alguns dialetos, como o cockney, as interdentais /θ/ e /ð/ são usualmente misturadas com /f/ e /v/, e em outros, como o inglês vernáculo afro-americano, /ð/ é misturado com a dental /d/. Em algumas variedades irlandesas, /θ/ e /ð/ tornam-se as plosivas dentais correspondentes, que então contrastam com as plosivas alveolares.
  4. A fricativa palatal surda /ç/ é, na maioria dos sotaques, apenas um alofone de /h/ antes de /j/; por exemplo human /çjuːmən/. Contudo, em alguns sotaques (veja isto), o /j/ desaparece, mas a consoante inicial é a mesma.
  5. A fricativa velar surda /x/ é usada por falantes escoceses e galeses em palavras como loch /lɒx/ ou por alguns falantes em palavras emprestadas do alemão ou hebraico, como Bach /bax/ ou Chanukah /xanuka/. /x/ também ocorre no inglês sul-africano. Em alguns dialetos como o scouse (de Liverpool) tanto [x] quanto a africada [kx] podem ser usadas como alofones de /k/ em palavras como docker [dɒkxə]. A maioria dos falantes nativos tem grande dificuldade para pronunciar esse fonema corretamente quando aprendem outras línguas. A maioria usa os sons [k] e [h] no lugar.
  6. A vibrante simples alveolar [ɾ] é um alofone de /t/ e /d/ em sílabas átonas no inglês estadunidense, no canadense e no australiano.[1] Esse é o som das letras tt e dd nas palavras latter e ladder, que são homófonas para muitos falantes do inglês na América do Norte. Em alguns sotaques, como o inglês escocês e o indiano, ele substitui /ɹ/. É o mesmo som representado por um r simples do português.
  7. O w surdo [ʍ] é encontrado no inglês da Escócia e da Irlanda e em algumas variedades da Nova Zelândia, dos Estados Unidos e da Inglaterra. Na maioria dos outros dialetos, ele é misturado com /w/, e, em alguns dialetos escoceses, com /f/.

[editar] Gramática

A língua inglesa possui um sistema de inflexão muito simples, se comparado com a maioria das línguas indo-européias. Não tem gênero gramatical, pois os adjetivos são invariáveis. Há entretanto, resquícios de flexão casual (o genitivo saxônico e pronomes oblíquos).

Os verbos regulares têm apenas 6 formas distintas, duas das quais não se usam mais.

Ex: love (forma básica), lovest (2ª pessoa singular do presente do indicativo ativo - obsoleta), loves ou loveth (3ª pessoa singular do presente do indicativo ativo - a segunda é obsoleta), loved(particípio passado e todas as pessoas menos a segunda singular do pretérito simples ativo), lovedst (2ª pessoa singular do pretérito simples ativo - obsoleta) e loving (particípio presente e gerúndio)

Não têm formas passivas sintéticas, mas apenas três modos: indicativo, imperativo e subjuntivo, este raramente usado.

[editar] Vocabulário

[editar] Cores (Colours; Colors)

Branco - white
Vermelho - Red
Azul - Blue
Verde - Green
Amarelo - Yellow
Marron - Brown
Preto - Black

[editar] Numerais em inglês

Português zero um dois três quatro cinco seis sete oito nove dez
Inglês zero one two three four five six seven eight nine ten
pronúncia (IPA) /ziːroʊ/ /wʌn/ /tuː/ /θriː/ /fɔr/ /faɪv/ /sɪks/ /sɛvən/ /eɪt/ /naɪn/ /tɛn/

De 11 a 20:

onze - eleven
doze - twelve
treze - thirteen
quatorze - fourteen
quinze - fifteen
dezesseis - sixteen
dezessete - seventeen
dezoito - eighteen
dezenove - nineteen
vinte - twenty

As dezenas são sempre terminadas com "ty" (Exemplo: twenty (20), thirty (30), forty (40), fifty (50), etc). As centenas são escritas na forma "NÚMERO hundred". Por exemplo:

cem - one hundred
duzentos - two hundred
trezentos - three hundred

Os milhares funcionam do mesmo modo que as centenas, apenas trocando "hundred" por "thousand". Por exemplo:

mil - one thousand
dois mil - two thousand
três mil - three thousand

Para escrever a casa dos milhões, devemos utilizar a palavra "million":

1 milhão - one million
2 milhões - two million
3 milhões - three million

[editar] Origem

[editar] Palavras de origem francesa

Devido à afluência das palavras origem francesa à partir da invasão normanda em 1066, há em inglês pares de palavras usadas em contextos específicos e que correspondem a uma só nas línguas faladas em áreas próximas da Inglaterra. Notadamente, há, em inglês, uma palavra para designar o animal vivo (normalmente de origem anglo-saxã) e uma para a carne dele (normalmente, de origem francesa). Exemplo: ox (do anglo-saxão oxa), para designar o boi, e beef (do francês boef ou buef), para a carne de boi. Um outro exemplo é para festa de casamento e a instituição. A festa tem o nome de wedding, enquanto a instituição, marriage, que vem do francês marriage.[carece de fontes?]

Outros exemplos de palavras de origem francesa:

Referências

  1. Cox (2006). "Australian English Pronunciation into the 21st century" (PDF). Prospect 21: 3–21.

[editar] Ver também

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