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John Quincy Adams
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| 6° Presidente dos Estados Unidos da América |
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| Mandato 4 de março de 1825 até 4 de março de 1829 |
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| Vice-Presidente | John Caldwell Calhoun |
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| Precedido por | James Monroe |
| Sucedido por | Andrew Jackson |
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| Nascido em | 11 de julho de 1767 Boston (MA) |
| Morreu em | 23 de Fevereiro de 1848 (80 anos) Boston (MA) |
| Partido político | Democrata-Republicano |
| Esposa | Louise Katherine Adams |
| Profissão | Advogado |
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John Quincy Adams (Boston, 11 de julho de 1767 – Boston, 23 de fevereiro de 1848) foi um advogado e político norte-americano. Foi o sexto presidente dos Estados Unidos da América, governando de 1825 a 1829.
Sua maior contribuição para os Estados Unidos foi o planejamento da Doutrina Monroe, durante o período que foi secretário de estado do presidente James Monroe. É filho de John Adams, segundo presidente dos Estados Unidos da América.
Foi advogado em Boston; ministro na Haia (1794), Lisboa (1797), Prússia (1799), na Rússia (1809-1914) e na Inglaterra (1815-1917). Negociou a compra da Florida à Espanha e assentou as bases da chamada "doutrina de Monroe". Presidente (1825-1829), procurou introduzir melhoramentos internos no país, pretendendo abolir a escravatura, sem obter sucesso.
Durante seu período, ele trabalhou para o desenvolvimento do sistema americano de economia política, consistente de uma alta tarifa alfandegária para apoiar a industrialização do país, obras públicas tais como a abertura de estradas, e um banco nacional para estimular empreendimentos produtivos e emitir uma moeda nacional. Em sua primeira mensagem anual ao Congresso, Adams apresentou um ambicioso programa para a modrnização que incluía a abertura de estradas, canais, uma universidade nacional, um observatório astronômico e outras iniciativas. O apoio para essas propostas foi limitado, mesmo entre seus próprios defensores. Seus críticos acusaram-no de indecente arogância por causa de sua apertada vitória. A maior parte de suas iniciativas foram combatidas no Congresso por partidários de Andrew Jackson, que permaneciam ofendidos desde a eleição de 1824, tumultuado pleito em que Jackson foi derrotado por Adams.
Contudo, algumas de suas propostas foram adotadas, especificamente a extensão da Cumberland Road para Ohio com estudos para sua continação a oeste para St. Louis; o início do Chesapeake and Ohio Canal, a abertura do Delaware and Chesapeake Canal e do Louisville and Portland Canal em torno das cataratas do Ohio; a conexão dos Grandes Lagos ao sistema do Rio Ohio em Ohio e Indiana; e a ampliação e reconstrução do Dismal Swamp Canal na Carolina do Norte.
Uma das questões que dividiram seu governo foi as tarifas protecionistas. Henry Clay era um defensor, mas o vice-presidente de Adams, John C. Calhoun, foi um oponente. A posição de Adams era desconhecida, porque seu eleitorado estava dividido. Depois que Adams perdeu o controle do Congresso em 1827, a situação tornou-se mais complicada. Ele assinou a lei altamente impopular da tarifa de 1828 (também conhecida como a "tarifa das abominações"), comprometendo em consequência suas chances de realizar mais alguma coisa durante sua presidência.
Ele e Clay fundaram um novo partido, o Partido Nacional Republicano, mas ele nunca conseguiu criar raízes nos estados. Nas eleições de 1827 Adams e seus partidários perderam o controle do Congresso. Martin Van Buren, senador por Nova Iorque, futuro presidente e seguidor de Jackson, tornou-se um dos líderes do Senado.
Muitas das dificuldades políticas de Adams eram devidas à sua recusa, em princípio, de substituir membros de sua administração que apoiaram Jackson (sobre a base de que ninguém seria removido de seu cargo exceto por incompetência). Por exemplo, seu administrador geral dos Correios, John McLean, continuou no cargo durante a administração de Adams, a despeito do fato de que ele estava usando seus poderes de proteção para bajular os jacksonistas.
| Precedido por James Monroe |
Presidente dos Estados Unidos da América 1825 – 1829 |
Sucedido por Andrew Jackson |