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Nota: Para outros significados da Sigla JN, pesquise JN (desambiguação).
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| Formato | Telejornal | |
| Género | {{{genero}}} | |
| Duração | variável, cerca de 45 minutos | |
| Criado por | ||
| País de origem | ||
| Idioma original | Português | |
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| Diretor(es) | {{{diretor}}} | |
| Produtor(es) | ||
| Apresentador(es) | Willian Bonner Fátima Bernardes Rosana Jatobá (previsão do tempo) |
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| Elenco | ||
| Narrador(es) | ||
| Tema de abertura | baseada no musical: "The Fuzz" (Frank DeVol) |
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| Tema de encerramento | ||
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| Emissora de televisão original |
{{{rede_tv_orig}}} | |
| Emissora(s) de televisão lusófona(s) |
Rede Globo | |
| Formato de exibição | {{{formato_exibição}}} | |
| Transmissão original | 1 de Setembro de 1969 – presente |
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| Qt. de temporadas | ||
| N. de episódios | ||
O Jornal Nacional é um telejornal da Rede Globo de Televisão. O programa foi o primeiro noticiário de televisão transmitido ao vivo em rede para todo o Brasil.
Índice |
Sua estreia aconteceu no dia de 1º de setembro de 1969 com a apresentação de Hilton Gomes e Cid Moreira
Durante a década de 1970, por interesse próprio, o telejornal deu ênfase à cobertura internacional e aos esportes.
Na década de 1980 três episódios envolvendo o telejornal criaram polêmica. Em 1982, durante a cobertura das eleições para o governo do estado do Rio de Janeiro, o telejornal foi acusado de participar de uma tentativa de fraude nas eleições. Era a primeira eleição direta para governador após a instauração do regime militar e o pleito envolvia também a escolha de senadores, deputados estaduais e federais, prefeitos e vereadores. O TSE decidiu, naquele ano, informatizar pela primeira vez a fase final da apuração, isto é, o somatório dos mapas produzidos manualmente pelas juntas de apuração em cada zona eleitoral. No Rio de Janeiro, a responsável pela apuração foi a Proconsult. A apuração, desde os primeiros dias, seguiu lenta no Rio, enquanto nos outros estados já estava avançada. Além disso, os resultados indicavam um predomínio dos votos do interior, o que dava uma aparente vantagem ao candidato do PDS, Moreira Franco, sobre Leonel Brizola, do PDT, que, segundo o escritor Roméro da Costa Machado [1], foi um político historicamente perseguido pela emissora de Roberto Marinho. Esses resultados eram semelhantes aos números divulgados pela Rede Globo. Na verdade, a emissora reproduzia, por motivos de economia, os números de O Globo. O jornal vinha divulgando lentamente os dados, pois acompanhava detalhadamente a apuração dos pleitos proporcionais.
Em 1984, o Jornal Nacional foi acusado de omitir informações sobre a campanha das Diretas Já, porque deu a notícia do grande comício na Praça da Sé em São Paulo, no dia 25 de janeiro na mesma matéria em que noticiou as comemorações do aniversário da cidade. Em 1989, a polêmica ficou por conta da edição do debate presidencial apresentado pelo telejornal dias antes das eleições. A emissora foi acusada de ter favorecido o candidato Fernando Collor de Mello que disputava o segundo turno do pleito eleitoral com Luiz Inácio Lula da Silva (mais tarde, em 2004, foi lançado o livro "Jornal Nacional - A Notícia Faz História", que, ao invés de esclarecer as acusações, atribuiu a causa dos eventos a pequenos enganos ou confusões).
Na década de 1990, a qualidade do telejornalismo praticado pela emissora apresentou grande melhora. O Jornal Nacional passou a apresentar grandes furos de reportagem, como a violência policial na Favela Naval em Diadema, a entrevista com Paulo César Farias, no período em que se encontrava foragido, a apuração de casos de fraudes na previdência social com a prisão de Jorgina de Freitas, o escândalo dos precatórios entre outros, consolidando a audiência e a confiança do público do telejornal.
Nos últimos anos, a linha editorial do JN tem demonstrado uma preferência por reportagens produzidas no eixo Rio-São Paulo. Apesar de possuir equipes em emissoras afiliadas em todos os estados brasileiros, o volume de reportagens vindo das emissoras afiliadas tem sido menor.
A vinheta do Jornal Nacional foi baseada na peça musical The Fuzz, composta por Frank DeVol para o filme The Happening (1967). Foi usada por primeira vez para um telejornal na emissora KOOL-TV (hoje KSAZ-TV) de Phoenix, Arizona no ano de 1968.
Desde então, o JN já usou sete vinhetas:
Ao longo de mais de 35 anos, vários apresentadores já passaram pelo Jornal Nacional.
Hilton Gomes e Cid Moreira comandaram a primeira edição do JN, em 1º de setembro de 1969.
Sérgio Chapelin substituiu Hilton Gomes na apresentação do JN, formando com Cid Moreira a dupla que mais tempo apresentou o telejornal. Apenas na primeira fase, foram 11 anos consecutivos no ar.
Em 1983, Chapelin desligou-se da TV Globo e foi substituído por Celso Freitas. Mesmo voltando para emissora no ano seguinte, Chapelin somente voltaria a apresentar o JN em 1989, permanecendo na bancada com Cid Moreira até 1996. Evandro Carlos de Andrade, à época diretor de jornalismo da emissora, promove uma grande mudança no JN: William Bonner e Lílian Witte Fibe assumem a bancada como parte do projeto de substituir locutores por jornalistas na apresentação dos telejornais da Globo.
Fátima Bernardes assume o posto de Lílian Witte Fibe em 1998, fazendo dupla com seu marido, William Bonner, até hoje.
Também apresentaram o JN durante férias e folgas dos apresentadores:
Participam atualmente do rodízio de apresentadores aos sábados e durante as férias de William Bonner e Fátima Bernardes:
Na Previsão do Tempo, a titular é Rosana Jatobá. Participam do rodiízio:
Desde 2000 o horário de início do Jornal Nacional mantém-se estável às 20h15min. Da estréia até o fim da década de 1970 o início era entre 19h45min e 19h50min, mudando nos anos 80 para 20h, e para 20h10min no fim dos anos 90. A mudança de horário do telejornal se deve, segundo a emissora, à mudança que a rotina do povo brasileiro sofre, em especial nas grandes cidades, gastando mais tempo para voltar para casa e não estando sempre às 20h a postos para assistir ao telejornal.
O telejornal já foi transmitido aos domingos, não o sendo mais. No entanto, na década de 1980, num período em que o Jornal da Globo deixou de ir ao ar, entre 1981 e 1982, de segunda a sexta-feira era levada ao ar às 23h10 o Jornal Nacional - 2ª Edição.
Em 27 de outubro de 2008, o Jornal Nacional era exibido a partir das 20h30, horário de Brasília, por conta do horário brasileiro de verão para um aumento da audiência, com o fim do horário de verão em 14 de fevereiro de 2009, voltou a ser exibido as 20h15.
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